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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

VIRUS" HARKERS" ASSASSINOS





Os vírus são seres diminutos, visíveis apenas ao microscópio eletrônico, constituídos apenas por duas classes de substâncias químicas: ácido nucléico (que pode ser DNA ou RNA) e proteína.
São seres acelulares (que não possuem estrutura celular) e precisam de células que os hospedem. Por isso, todos os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios.
O vírus invade uma célula e assume o comando, fazendo com que ela trabalhe quase que exclusivamente para produzir novos vírus. A infecção viral geralmente causa profundas alterações no metabolismo celular, podendo levar à morte das células afetadas. Os vírus causam doenças em plantas e animais (incluindo o homem).
Fora da célula hospedeira, os vírus não manifestam nenhuma atividade vital e se houver alguma célula compatível à sua disposição, um único vírus é capaz de originar, em cerca de 20 minutos, centenas de novos vírus.
Até o momento, poucas drogas se mostraram eficazes em destruir os vírus sem causar sérios efeitos colaterais. A melhor maneira de combater as doenças virais é através de vacinas

 

 

Quais as principais doenças provocadas por vírus?

Além das viroses comuns da infância (como a catapora), gripes, resfriados, algumas diarréias, dengue, febre amarela, rubéola, poliomielite e AIDS são algumas das muitas doenças causadas por vírus.
Os exames diagnósticos podem ser divididos em 3 grupos:
Detecção direta do vírus
Isolamento do vírus
Realização de sorologias, que identificam basicamente os anticorpos produzidos pelas células de defesa do corpo contra os vírus invasores. Este é o método mais utilizado atualmente.

Gripe

A gripe, e o resfriado comum, são as viroses mais conhecidas e comuns. A gripe produz sintomas como mal-estar, febre, dores musculares, além de tosse e secreção nasal. Geralmente o nosso corpo se defende bem contra o vírus da gripe.
Algumas vezes, há necessidade de identificar possíveis vírus novos, sendo, então, realizados exames diagnósticos laboratoriais como: “swabs” de secreção nasal e sorologia viral.

Hepatites virais

As hepatites virais são as mais comuns, sendo os tipos A, B e C, os mais conhecidos. Podem causar desde mal-estar generalizado, febre e fraqueza, até sintomas mais específicos como colúria (urina escura), icterícia (pele e olhos amarelados), além de fezes esbranquiçadas e coceira na pele.
Os melhores exames para detecção das hepatites virais são as sorologias, nas quais são identificados vários tipos de anticorpos, como Anti-HBc, HbsAg, HbeAg, Anti-Hbe IgM e IgG e Anti-HBs. Esses anticorpos constatam se a infecção é recente ou mais antiga, e qual o tipo e a gravidade da hepatite.

AIDS

O HIV ou vírus da imunodeficiência humana, ataca as células do sistema imunológico (de defesa do corpo), que nos protegem contra agentes estranhos (bactérias, outros vírus, etc.) que invadem o organismo. Devido à deficiência do sistema imunológico, os aidéticos, estão sujeitos a infecções por germes chamados oportunistas, que não causariam problemas a pessoas com saúde normal.
A transmissão do vírus se dá através do ato sexual e do contato com sangue e secreções contaminadas. Como, muitas vezes, as pessoas possuem o HIV mesmo sem estarem doentes, o teste para detecção desse vírus deve ser realizado em todos os indivíduos de risco.
O ELISA é o teste sorológico mais utilizado para a detecção do HIV. Se o resultado for positivo, deve ser realizado um novo teste para confirmação, o teste “Western blot”, mais específico, porém mais demorado de ser realizado do que o ELISA.

Herpes

O herpes é uma virose comum, que ataca geralmente a boca e os lábios das pessoas, causando bolhas e úlceras muito dolorosas. Pode, também, aparecer na região da genitália, causando queimação para urinar. Essa virose aparece e desaparece sozinha, dependendo de fatores como o sol, o estresse e o estado emocional do indivíduo.
Em algumas situações de dúvida, pode-se confirmar o diagnóstico da doença através de detecção sorológica (pode ser utilizado o teste ELISA).

HPV

O HPV ou papilomavírus humano ataca os orgãos sexuais, podendo causar verrugas tipo “crista de galo”, e ainda está ligado ao aparecimento do câncer de colo de útero na mulher.
A transmissão é sexual na maioria das vezes, e o preservativo não proteje totalmente contra esse vírus. A detecção é feita pelo exame médico e pelo exame de Papanicolaou, podendo, ainda, ser realizados outros exames mais específicos para detectar o tipo de vírus (alguns são mais cancerígenos que outros).

Rubéola

A rubéola é perigosa quando contraída por mulheres grávidas, pois o vírus pode provocar anomalias no embrião (catarata, surdez, mudez e doenças cardíacas, entre outras).
O diagnóstico pelos sintomas (igual a um estado gripal, às vezes com vermelhidão no peito, e conjuntivite) não é comum, sendo necessária a sorologia para a detecção de anticorpos da rubéola (IgM e IgG), através do teste ELISA.

Dengue

É transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Os principais sintomas são: febre alta durante 3 dias, dores no corpo e nos olhos, cansaço e falta de apetite, podendo haver, também, erupções na pele semelhante ao sarampo.
A dengue não tem tratamento específico. O doente deve ficar de repouso, ingerir muitos líquidos e tomar medicamentos para a dor e febre (que não contenham Ácido Acetil Salicílico, tipo AAS). É necessária a sorologia para a identificação do vírus e para a confirmação do diagnóstico.

Recomendações

Uma grande parte das viroses podem ser prevenidas pela vacinação, como a poliomielite (vacina Sabin), a rubéola, a gripe, algumas hepatites, a caxumba e o sarampo.
Mantenha a sua vacinação e a de sua família em dia!
O uso de preservativos previne contra as hepatites virais e principalmente contra a infecção pelo HIV, uma doença ainda sem cura.
O exame de Papanicolaou deve ser realizado pelo menos uma vez ao ano pelas mulheres na fase reprodutiva, e é fundamental para a prevenção do cäncer de colo do útero. 
Calendário Básico de Vacinação da Criança
IDADE
VACINAS
DOSES
DOENÇAS EVITADAS
Ao nascer
BCG - ID
dose única
Formas graves de tuberculose
Vacina contra hepatite B (1)
1ª dose
Hepatite B
1 mês
Vacina contra hepatite B
2ª dose
Hepatite B
2 meses



VOP (vacina oral contra pólio)
1ª dose
Poliomielite (paralisia infantil)
Vacina tetravalente (DTP + Hib) (2)
1ª dose
Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
4 meses
VOP (vacina oral contra pólio)
2ª dose
Poliomielite (paralisia infantil)
Vacina tetravalente (DTP + Hib)
2ª dose
Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
6 meses
VOP (vacina oral contra pólio)
3ª dose
Poliomielite (paralisia infantil)
Vacina tetravalente (DTP + Hib)
3ª dose
Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
Vacina contra hepatite B
3ª dose
Hepatite B
9 meses
Vacina contra febre amarela (3)
dose única
Febre amarela
12 meses
SRC (tríplice viral)
dose única
Sarampo, rubéola e caxumba
15 meses
VOP (vacina oral contra pólio)
reforço
Poliomielite (paralisia infantil)
DTP (tríplice bacteriana)
1º reforço
Difteria, tétano e coqueluche
4 - 6 anos
DTP (tríplice bacteriana
2º reforço
Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral)
reforço
Sarampo, rubéola e caxumba
6 a 10 anos
BCG - ID (4)
reforço
Formas graves de tuberculose
10 anos
Vacina contra febre amarela
reforço
Febre amarela

(1) A primeira dose da vacina contra a hepatite B deve ser administrada na maternidade, nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido. O esquema básico se constitui de 03 (três) doses, com intervalos de 30 dias da primeira para a segunda dose e 180 dias da primeira para a terceira dose.

(2) O esquema de vacinação atual é feito aos 2, 4 e 6 meses de idade com a vacina Tetravalente e dois reforços com a Tríplice Bacteriana (DTP). O primeiro reforço aos 15 meses e o segundo entre 4 e 6 anos.

(3) A vacina contra febre amarela está indicada para crianças a partir dos 09 meses de idade, que residem ou que irão viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Se viajar para áreas de risco, vacinar contra Febre Amarela 10 (dez) dias antes da viagem.

(4) Em alguns estados, esta dose não foi implantada. Aguardando conclusão de estudos referentes a efetividade da dose de reforço.
Calendário de Vacinação do Adolescente (1)
IDADE
VACINAS
DOSES
DOENÇAS EVITADAS
De 11 a 19 anos (na primeira visita ao serviço de saúde)
Hep B
1ª dose
Contra Hepatite B
dT (2)
1ª dose
Contra Difetria e Tétano
FA (3)
dose inicial
Contra Febre Amarela
SCR (4)
dose única
Contra Sarampo, Caxumba e Rubéola
1 mês após a 1ª dose contra Hepatite B
Hep B
2ª dose
contra Hepatite B
6 meses após a 1ª dose contra Hepatite B
Hep B
3ª dose
contra Hepatite B
2 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano
dT
2ª dose
Contra Difteria e Tétano
4 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano
dT
3ª dose
Contra Difteria e Tétano
a cada 10 anos por toda a vida
dT (5)
reforço
Contra Difteria e Tétano
FA
reforço
Contra Febre Amarela

(1) Adolescente que não tiver comprovação de vacina anterior, seguir este esquema. Se apresentar documentação com esquema incompleto, completar o esquema já iniciado.

(2) Adolescente que já recebeu anteriormente 03 (três) doses ou mais das vacinas DTP, DT ou dT, aplicar uma dose de reforço. É necessário doses de reforço da vacina a cada 10 anos. Em ferimentos graves, antecipar a dose de reforço para 5 anos após a última dose. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.

(3) Adolescente que resida ou que for viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA, MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Em viagem para essas áreas, vacinar 10 (dez) dias antes da viagem.

(4) Adolescente que tiver duas doses da vacina Tríplice Viral (SCR) devidamente comprovada no cartão de vacinação, não precisa receber esta dose.

(5) Adolescente grávida, que esteja com a vacina em dia, mas recebeu sua última dose há mais de 5 (cinco) anos, precisa receber uma dose de reforço. Em caso de ferimentos graves, a dose de reforço deve ser antecipada para cinco anos após a última dose.

Calendário de Vacinação do Adulto e do Idoso
IDADE
VACINAS
DOSES
DOENÇAS EVITADAS
A partir de 20 anos
dT (1)
1ª dose
Contra Difteria e Tétano
FA (2)
dose inicial
Contra Febre Amarela
SR e/ou SCR (3)
dose única
Contra Sarampo, Caxumba e Rubéola
2 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano
dT
2ª dose
Contra Difteria e Tétano
4 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano
dT
3ª dose
Contra Difteria e Tétano
a cada 10 anos por toda a vida
dT (4)
reforço
Contra Difteria e Tétano
FA
reforço
Contra Febre Amarela
60 anos ou mais
Influenza (5)
dose anual
Contra Influenza ou Gripe
Pneumococo (6)
dose única
Contra Pneumonia causada pelo pneumococo
(1) A partir dos 20 (vinte) anos, gestante, não gestante, homens e idosos que não tiverem comprovação de vacinação anterior, seguir o esquema acima de 3 doses. Apresentando documentação com esquema incompleto, completar o esquema já iniciado. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.

(2) Adulto/idoso que resida que irá viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA, MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Em viagem para essas áreas, vacinar 10 (dez) dias antes da viagem.

(3) A vacina dupla viral - SR (Sarampo e Rubéola) e/ou a vacina tríplice viral - SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola) deve ser administrada em mulheres de 12 a 49 anos que não tiverem comprovação de vacinação anterior e em homens até 39 (trinta e nove) anos.

(4) Mulher grávida que esteja com a vacina em dia, mas recebeu sua última dose há mais de 05 (cinco) anos, precisa receber uma dose de reforço. Em caso de ferimentos graves em adultos, a dose de reforço deverá ser antecipada para cinco anos após a última dose.

(5) As vacinas contra Influenza são oferecidas anualmente durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso.

(6) A vacina contra pneumococos é aplicada durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso nos indivíduos que convivem em instituições fechadas, tais como casas geriátricas, hospitais, asilos e casas de repouso, com apenas um reforço cinco anos após a dose inicial.


















Um comentário:

  1. PALAVRAS DE VITÓRIAS
    ."..PARA QUE O HOMEM DE DEUS SEJA PERFEITO E PERFEITAMENTE INSTRUIDO PARA TODA E BOA OBRA.".(2 TIMÓTEO 3.1)









    INSTRUA-SE NA PALAVRA



    SEJAMOS SOLIDÁRIOS COM QUEM NOS PEDE PÃO;AJUDEMOS AOS NECESSITADOS E EMPOBRECIDOS.POREM,OFEREÇAMOS ALEM DO ALIMENTO FÍSICO E MATERIAL ,TAMBEM O ALIMENTO ESPIRITUAL,A PALAVRA DA VIDA,PARA QUE SEJA O HOMEM DE DEUS BEM INSTRUIDO..BEBEMOS DA AGUA DA VIDA COMO EM JOÃO 4.13,14.QUALQUER QUE BEBER DESTA ÁGUA QUE LHE DOU JAMAIS TERÁ SEDE,PORQUE A ÁGUA QUE LHE DOU SE FARÁ VIDA ETERNA.
    ALGO MARAVILHOSO É AJUDAR A ALGUEM A ENTENDER A PALAVRA DE DEUS NOSSO SENHOR

    AMEM E GRAÇAS A DEUS ,EM NOME DE JESUS

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"UM AMIGO DESEJÁVEL É SOCORRO EM TEMPO DE DIFICULDADES"