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sábado, 15 de outubro de 2011

SÓ A HUMILDADE APROXIMA PAIS E FILHOS


SÓ A HUMILDADE APROXIMA PAIS E FILHOS
Não é tarefa fácil para os pais e nem para a família, de modo geral, conciliar o tempo entre a convivência familiar e os afazeres profissionais (ou domésticos) e ainda fazer concorrência com tudo que acontece do lado de fora do lar e que mantém os filhos magnetizados e viciados em lançamentos tecnológicos, como celulares, Ipads, celulares com câmeras e vídeos, table, notebooks, entre tantos outros. A fórmula matemática parece ser sempre a mesma nessas horas.


Trabalho (ou tarefas) = falta de tempo
Atenção aos filhos


O resultado dessa equação, quase sempre é negativo e os filhos ficam sempre em “Dependência” na disciplina mais importante que é convivência familiar. Isso acaba fazendo com que o “aluno” se revolte contra a escola (família) e mais especificamente contra os próprios professores que, não entendendo a atitude do aluno, dá-lhe uma advertência e uma suspensão. Esse parece ser o cotidiano padrão de muitas famílias, sendo que os filhos de uma boa maioria delas, por não aceitar o seu modelo de convivência, acaba caindo no mundo das drogas e da delinqüência. Não se pode querer ser arbitrário e autoritário, num mundo cheio de concorrência, querendo atrair os filhos para fora de casa ou distante do convívio, mesmo morando debaixo do mesmo teto que os pais. Um passo em falso e se perde os filhos para sempre e não estou falando só de drogas, mas também do tráfico sexual de jovens e adolescentes, que leva nossos filhos para outros países para servir de mercadoria sexual, num mercado que continua em alta, mais até que o comércio de armas. Para se ter uma idéia (nesse mercado), com 16 anos, as meninas já são consideradas “velhas” para a prostituição. Dá para imaginar o bagaço em que se tornaram ? Quer ter uma idéia real ? Alugue o filme “BUSCA IMPLACÁVEL”. Tanto para manter um relacionamento estável com os filhos, como para tentar restabelecer os laços, é imprescindível fazer uso da humildade, isto é, admitir que também é passivo de erros; admitir que também tem que aprender e com os filhos (e não apenas ensinar); admitir que muitas vezes é preciso fazer escolhas, entre o trabalho e os filhos e que, dependendo da escolha feita, você pode tanto restabelecer (os laços) como acabar de vês com qualquer chance disto acontecer. É preciso admitir também a necessidade de Deus no seu casamento e na sua família. Estamos aqui, neste mundo, por causa dÊle e não podemos simplesmente ignorar essa realidade. Às vezes, quem sabe, é preferível começar de novo, mas com a família unida, do que insistir e ficar sozinho. Para quem vai ter filhos, pense bem antes de planejar. É preciso prepará-los para o mundo, independentemente da profissão que eles escolherem seguir, pois a melhor herança que se pode deixar para eles é a de uma cabeça boa, ajuizada, responsável, ética, religiosa e solidária. Traduzindo: a família é formadora de caráter, com tudo isso já mencionado, fora os ensinamentos de civilidade que se aprende (ou deveria se aprender) na escola. Pais estão perdendo seus filhos para as drogas e outros, porque acharam que tinham o controle dos filhos ou porque não conseguiram perceber à tempo, o mal que se abatia sobre eles. Humildade é saber que nós, pais, somos tão alunos quanto eles e que precisamos um do outro para juntos, compartilhar experiências. Não existe experiência mais gratificante. Aproveite e sejam felizes.


Amadeu Epifânio


Projeto Conscientizar – Viver bem é Possível !
Somos pelo o que somos.

O MAL É ACHAR SEMPRE, QUE ESTÁ TUDO BEM.


O MAL É ACHAR SEMPRE, QUE ESTÁ TUDO BEM.
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Esse é o grande pecado de uma grande maioria de pais, perante os filhos. Nem tudo o que acontece, nem tudo o que se passa com eles, é relatado aos pais, seja por vergonha ou por medo às vezes, de uma bronca ou de uma censura. Muitos pais não têm às vezes também sensibilidade (tato) para conversar com os filhos, muitas vezes uma até por uma questão de cultura hereditária de seus antecessores, o que não refresca muito o conceito deles em relação aos pais. Lembrem-se sempre que modelos familiares estão sempre sendo comparados e cabe aos pais se preocuparem em sustentar um modelo que seja justo, harmonioso, democrático, afetuoso e educativo principalmente, porque os filhos precisam sempre de um referencial para tudo na vida, seja para tomar decisões cruciais ou sempre poder recorrer quando sentir-se inseguro em algum momento. Se os pais partem sempre do princípio de se escorar apenas na fisionomia dos filhos para achar que está tudo bem com eles, estão cometendo um erro gravíssimo, que só poderá ser percebido, infelizmente, quando um mal se abater sobre eles, porque não tiveram chance de compartilhar com os pais um momento difícil que porventura estivessem passando e que, pela falta de diálogo ou de abertura ou “clima” para se conversar, prevaleceu a dor que pudessem estar sentindo e suas decorrentes conseqüências, como depressão, drogas, álcool e companhias erradas que se identificaram com ele, por ouvir deles apenas que queria ouvir naquele momento e por não ter ninguém que dissesse o que realmente ele precisasse ouvir. Não pensem os adultos e os pais, que para um jovem ou adolescente cometer certos erros (como drogas) seja algo realmente voluntário. Tudo que fazemos influencia em nosso modo de vida, no nosso dia-a-dia, positiva ou negativamente, como numa engrenagem. O problema é que no cérebro existem bifurcações que podem levar qualquer pessoa à destinos diferentes e perigosos, pois para cada caminho escolhido, existirá sempre os percalços nele inerentes. Portanto, nunca será uma escolha voluntária dos jovens, experimentar um crack ou uma cocaína, mas sim resultado de uma seqüência de fatos que o(a) levaram à isso e, o começo deste calvário é sempre a família. Não se contente apenas com a aparente tranqüilidade dos filhos. Mantenha contato, demonstre interesse pelas atividades deles(as), questione sobre o desempenho deles nos estudos, mas não com o intuito de vigiá-los, mas como um “gancho” para manter-se próximo à eles, visto que o mundo globalizado hoje, afasta os jovens do convívio familiar, com a internet e seus atrativos “viciosos”, celulares, fora os programas normais entre jovens. Filhos precisam ter a segurança de ter os pais presentes, mesmo que ausentes momentaneamente. Este será o cordão umbilical que sempre os trará de volta, estejam onde estiverem mas, se além disso, poder contar com o apoio incondicional de Deus, tanto melhor, só que para isso, Êle precisa conhecer melhor quem é você, quem são seus filhos, sua família. A legião dos que se dizem cristãos é grande, mas se você se pôr em evidência... entendeu ? Não adianta ficar juntando dinheiro se não ter com quem compartilhá-los. Seu tesouro já existe, basta apenas saber conservá-lo íntegro e valoroso, amando-os verdadeiramente.
Amadeu Epifânio


Viver bem é Possível ! – Projeto Conscientizar
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